Notícias
- Em 2008, Fundo Carajás liberou recursos para 24 projetos de reflorestamento
- Em 2008 o Fundo Florestal Carajás liberou, através do Banco Itaú (custodiante dos recursos) R$20.433.956,00, referente a 24 projetos de reflorestamento implantados e vistoriados. Esses projetos representaram um plantio de 21.060 hectares com aproximadamente 20 milhões de árvores. Além das aplicações previstas para 2009 o fundo inicia o ano com um saldo em caixa de R$6.737.000,00
- Fundo Florestal Carajás associa-se à SIF / Universidade Federal de Viçosa
- O Fundo Florestal Carajás se associou à SIF / Universidade Federal de Viçosa, passando a contar com seu apoio técnico, científico e institucional. Entre os benefícios desta associação são destacados os seguintes principais:
* Participação em comissões técnicas e grupos temáticos
* Utilização do corpo técnico na análise de projetos
* Assistência em pesquisa e desenvolvimento tecnológico
* Participação em congressos e seminários
* Acesso à literatura setorial e trabalhos técnicos
* Certificação dos projetos florestais das empresas
- Projetos no Pará, Maranhão e Tocantins são implantados sob a gestão do FFC
- Os primeiros projetos implantados sob a gestão do FFC estão localizados no Pará (Paragominas e Ulianópolis, Nova Ipixuna) no Maranhão (Açailândia, Barra do Corda, Bom Jesus das Selvas) e Tocantins (Wanderlândia, Darcinópolis São Bento do Tocantins). Os recursos complementares para o plantio realizados foram originados de recursos próprios das empresas e de financiamentos dos organismos de fomento regionais.
- O FFC e o protocolo de Kioto
- As árvores de eucalipto em crescimento são eficientes sumidouros de gás carbônico (CO2), ao mesmo tempo em que liberam o saudável oxigênio. As florestas constituem, portanto, um Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, em conformidade com os princípios estabelecidos pelo Protocolo de Kioto. Cultivar e explorar florestas significa, portanto, captura constante de CO2 da atmosfera. Cada tonelada de ferro gusa produzida com carvão vegetal captura 890 kg de CO2 e deixa na atmosfera o saldo de 203 kg de oxigênio.
- Preservação da biodiversidade
- Quando se consome madeira originária de florestas plantadas, preservam-se naturalmente as florestas nativas, mais ricas na desejada biodiversidade. A implantação de florestas homogêneas força a identificação e a conseqüente proteção das áreas de preservação permanente.
- Conservação dos solos
- As árvores se constituem basicamente de celulose e lignina que se formam através da fotossíntese a partir de água e gás carbônico, na presença da energia radiante. Nas operações da colheita florestal, apenas o tronco é retirado da área e utilizado. Permanecem no terreno os galhos e folhas que, ao se decomporem, enriquecem o solo em matéria orgânica e garantem a reciclagem dos nutrientes minerais. Quando um país exporta madeira, celulose ou carvão vegetal, exporta principalmente calor e luz solar que vêm de graça. Numa árvore média de Eucalyptus grandis os nutrientes minerais retirados do solo representam apenas 0,5% de sua massa total. Cerca de 2/3 desses nutrientes se concentram nos galhos e folhas que, após a colheita, permanecem no campo e se incorporam ao solo.
- Benefícios sócio-econômicos
- O setor florestal moderno baseado em plantação de espécies arbóreas adequadas tem contribuído muito na geração de renda, empregos, impostos e divisas. Em vista das condições climáticas favoráveis, da disponibilidade de terras ociosas degradadas e do avançado domínio tecnológico, o Brasil pode ainda triplicar sua participação no mercado mundial de madeira e derivados que é da ordem de US$ 300 bilhões por ano.
- .